sábado, 11 de setembro de 2010

21 anos = 1001 prendas


Falta nas fotos o filme "Tudo pode dar certo" e o livro "O.K. baby, o mundo é assim" que estão emprestados e o livro "O meu nome é Aram" que esqueci de colocar ao pé dos outros.

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

21


terça-feira, 7 de setembro de 2010

Vamos falar de... personagem favorita do Harry Potter

Sirius Black


Apesar de só aparecer em três dos sete livros foi a personagem que mais me marcou de toda a saga.
Sirius Black é o amigo e o padrinho que todos gostaríamos de ter.
Apesar da sua irresponsabilidade, de não pensar antes de fazer e da sua queda para a brincadeira, é um vencedor e um lutador.
Aqueles de quem gosta estão acima de tudo, incluindo dele mesmo, e faz tudo o que for preciso para os proteger e ajudar, nem que seja morrer.

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

A i está quase a fazer anos

Por isso relembro o que podem oferecer aqui, aqui e aqui e o que já não devem oferecer aqui.

sábado, 4 de setembro de 2010

Se eu tivesse covinhas assim...

Eddie Cibrian

Nicole da Silva

Antonio Zabálburu

Sophia Bush


... também andava sempre a sorrir só para poder exibir as belas das covinhas, pois é.

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

When in rome – Em Roma; The time traveler’s wife – A mulher do viajante no tempo; Shrek forever after – Shrek para sempre

When in rome – Em Roma

É uma comédia romântica que faz aquilo que lhe compete: é divertida e querida.

Gostei da ideia original de a comédia e o romance girar em torno das moedas que a protagonista tirou indevidamente da fonte.

Tem a seu favor ter imagens da fantástica Roma.

Nota: 15/20

The time traveler’s wife – A mulher do viajante no tempo

Este filme é um verdadeiro elogio ao amor, ao verdadeiro amor.

Calmo, diferente e absolutamente maravilhoso é assim que se pode descrever o amor e a relação de Clare e Henry.

A história não podia ser mais original e os actores estão verdadeiramente bem.

É uma pena este filme ter passado despercebido em Portugal.

Nota: 18/20

Shrek forever after – Shrek para sempre

O mais recente filme do Shrek é o exemplo perfeito do que não deve ser feito… estender indefinidamente uma história quando já não se tem nada para contar, nunca dá bom resultado.

A trilogia de Shrek era divertida, engraçada e tinha uma história concreta para ser contada, neste quarto filme acontece o contrário. A história já tinha ficado finalizada e agora somos levados para um filme em que a história é fraca (para não dizer inexistente) e que não faz sentido com aquilo que já tinha sido feito.

Nota: 5/20

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Os homens viviam e morriam, mas os lugares permaneciam. Consistia nisto a magia do Mundo.

in "A volta ao mundo com o General Grant" de William Saroyan

terça-feira, 31 de agosto de 2010

Troubled water - Águas agitadas

Eis o que uma amiga minha escreveu e que descreve o que penso sobre ele:

Um filme… sobre culpa e redenção

A cinematografia europeia tem surpreendido ultimamente, ao apresentar aos nossos olhos cansados do ritmo alucinante do cinema norte-americano alguns exemplos de grande qualidade. É o caso, entre outros, de “O Laço Branco”, do alemão Michael Haneke (distinguido em diversos festivais, nomeadamente em Cannes), e de “Águas Agitadas”.

Realizado pelo norueguês Erik Poppe, “Águas Agitadas” é um drama de enorme intensidade (sem necessidade de fazer o espectador sentir-se sufocado), desvendando dois olhares opostos de um acontecimento horrendo: o do culpado e o da vítima. Não há cenas de violência gratuita, apesar da veemência dos factos e dos sentimentos em jogo.

Quando era jovem, Yan Thomas (Pål Sverre Valheim Hagen) e um amigo praticaram um crime atroz, pelo qual foram julgados, considerados culpados e presos.

Na prisão, Yan Thomas desenvolve o seu talento de organista e quando está a um terço do fim da pena obtém a liberdade condicional. Sem que ninguém conheça o seu passado, consegue emprego como organista numa igreja de Oslo, conquista o amor da pastora (Ellen Dorrit Petersen) e do seu pequeno filho, e o respeito da comunidade. Tudo corre bem até que é reconhecido pela sua (indirecta) vítima.

“Águas Agitadas” é o último filme da trilogia do realizador, que começa por "Schpaaa" (1998) e prossegue com "Hawaii.Oslo" (2004), sempre em torno da culpa, redenção e segundas oportunidades.

Para mim ficou apenas a faltar uma explicação sobre o que teria levado os dois rapazes a "raptar" o rapazinho.

Nota: 18/20

domingo, 29 de agosto de 2010

sábado, 28 de agosto de 2010

Serão assim tão parecidos?


Não me parece.

A questão que se levanta é o que é que um bicho-de-conta estava a fazer juntos dos caracóis que eu estava a comer... pois é.

^^

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Gostavam de ter um pai assim, não gostavam?

A filha queria e o pai arranjou, agora é meu!

Esta ficou a minha prateleira favorita

(carregar na imagem para aumentar)

Desert Flower – Flor do deserto

Filmes que se baseiam em histórias verídicas são muito interessantes e este não é excepção.

A não excepcionalidade deste filme no que se refere a ser muito interessante é porque a vida da modelo Waris Dirie é realmente extraordinária.

Começando pela fuga de Waris da Somália e da sua vinda para Londres onde não falava a língua e sobreviveu pela persistência e boa vontade de alguns amigos, passando pela excisão feminina de que foi vitima quando tinha 5 anos.

Foi empregada de mesa até ter sido descoberta por um fotógrafo de prestígio que a tornou numa modelo. Acaba por tornar-se embaixadora da ONU quando no auge da sua carreira de modelo decide denunciar a tortura a que foi vitima (excisão feminina) e resolve combater este problema.

Se é verdade que os actores principais do filme não são conhecidos, também é verdade que desempenharam os seus papéis sem envergonhar ninguém.

A verdadeira pérola deste filme é realmente a história mas um dos motivos que a faz brilhar também é a maneira mais ou menos leve com que nos é apresentada.

Nota: 16/20

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Alguém tem e quer emprestar?

Alguém tem o livro "Ok baby, o mundo é assim" do William Saroyan?

Não se encontra nas livrarias e o meu pai está sempre a dizer bem do livro, gostava de ler.