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quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
terça-feira, 30 de novembro de 2010
Odios de estimação #7

Blake Lively. Não, não a acho bonita mas não é por isso que não gosto dela. Não gosto dela porque é vulgar e tem um certo ar de rapariga das barracas (ou metida com drogas, não sei bem). Também não gosto dela pela falta de talento da pobre, que para além de desempenhar sempre o mesmo tipo de papeis, desempenha-os sempre mal. É muito fraquinha, não percebo de onde vem o sucesso nem o fascínio.
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sexta-feira, 19 de novembro de 2010
Eu nem precisei de ver para saber que ia ser assim
"Casa dos Degredos" - "bufas" e JúliaPinheiro - (Tiago Mesquita, Expresso)
Numa altura em que precisamos de cérebros para ajudarem o país a sair do buraco, a TVI juntou um conjunto de acéfalos que dificilmente conseguiriam sair juntos de um elevador. Mesmo com a porta aberta.
Júlia Pinheiro, ex-libris do "apresentadorismo" nacional, afirma que "a Casa é o retrato do país". Pensei que estivesse a falar da sua própria casa. A preocupação começou quando percebi que se estava a referir à casa onde a TVI juntou um conjunto de pessoas que conseguiriam transformar em dez minutos o campus da Universidade de Cambridge no Jardim zoológico de Lisboa. Com mais bichos, barulho, lixo e confusão.
Submeti-me a três ou quatro sessões do programa. E apesar de gostar de esquilos, não quis ficar com o QI de um. Decidi parar. Não queria que viessem dar comigo agarrado ao sofá a salivar pelo canto da boca em estado semicomatoso. Não seria bonito e sujava as almofadas novas.
Já me tinham avisado, e passo a citar, pedindo desculpa pela rudeza do meu amigo: "nunca tinha visto tanto atrasado mental junto no mesmo espaço físico, e todos na minha televisão". "Deve ser esse o segredo" - respondi-lhe. "No fundo é uma reunião de retardados anónimos e eles não fazem a menor ideia". Mas São Tomé fez-me esperar pelo especial da noite com a menina Poeiras e o mini Bettencourt dos cabelos alourados - ou "Dr. Granger" - como lhe chamou Pedro Santana Lopes num comício.
E sou obrigado a discordar quando Júla Pinheiro diz que aquele conjunto de indivíduos é o retrato do país. Em primeiro lugar, o país é habitado por pessoas que na sua maioria fala português (coisa que ali não vi). Conseguindo por isso manter uma conversa durante dois minutos sem que 95% do que lhes sai da boca seja mer&#. Duas esfregonas villeda a falarem entre si comparadas com esta rapaziada parecem Sir. W. Churchill e F. Roosevelt em amena cavaqueira num banco da New Bond Street.
Refeições inteiras de óculos escuros e boné na cabeça. Chimpanzés e galinhas com o cio. O aldeão de serviço. Choradeira como tivesse morrido um familiar porque acabou o tabaco ou porque o não sei quantos foi expulso ("como é que o gajo se chamava? ele cheirava tão mal...porra"). Uma "senhorita" não sabia o significado da palavra "celibato" (porque será?). Outra abordou um colega da casa e saiu-se com um ternurento... "vou-me peidar". Sintomático. Não optou pela tradicional bufa, utilizou o chavão hardcore do mundo da flatulência. Bonita educação. Qualidade televisiva.
Por estas e por outras Sra. Júlia, e por muito que queira, esta casa não é retrato de país algum. É um grupo bastante "rasca" escolhido a dedo num casting onde estou certo que Vexa participou, que garante a boçalidade, pobreza de espírito, ignorância, conflito, sexo explícito fruto de paixões assolapadas de cinco minutos e se possível verborreia, insultos, polémica e pontapés que caracterizam este género de programas imbecis.
Num ponto concordamos: infelizmente o país gosta de ver. É só espreitar as audiências. Nem por isso passa a ser o país. Eu também gosto de ver um bom jogo de râguebi e não faço "placagens" aos vizinhos quando me cruzo com eles no hall do prédio. Ou desato a gasear com ou sem pré-aviso quem viaja comigo no elevador. A estupidez também é entretenimento. E a TVI sabe disso.
(Tiago Mesquita)
Expresso
Numa altura em que precisamos de cérebros para ajudarem o país a sair do buraco, a TVI juntou um conjunto de acéfalos que dificilmente conseguiriam sair juntos de um elevador. Mesmo com a porta aberta.
Júlia Pinheiro, ex-libris do "apresentadorismo" nacional, afirma que "a Casa é o retrato do país". Pensei que estivesse a falar da sua própria casa. A preocupação começou quando percebi que se estava a referir à casa onde a TVI juntou um conjunto de pessoas que conseguiriam transformar em dez minutos o campus da Universidade de Cambridge no Jardim zoológico de Lisboa. Com mais bichos, barulho, lixo e confusão.
Submeti-me a três ou quatro sessões do programa. E apesar de gostar de esquilos, não quis ficar com o QI de um. Decidi parar. Não queria que viessem dar comigo agarrado ao sofá a salivar pelo canto da boca em estado semicomatoso. Não seria bonito e sujava as almofadas novas.
Já me tinham avisado, e passo a citar, pedindo desculpa pela rudeza do meu amigo: "nunca tinha visto tanto atrasado mental junto no mesmo espaço físico, e todos na minha televisão". "Deve ser esse o segredo" - respondi-lhe. "No fundo é uma reunião de retardados anónimos e eles não fazem a menor ideia". Mas São Tomé fez-me esperar pelo especial da noite com a menina Poeiras e o mini Bettencourt dos cabelos alourados - ou "Dr. Granger" - como lhe chamou Pedro Santana Lopes num comício.
E sou obrigado a discordar quando Júla Pinheiro diz que aquele conjunto de indivíduos é o retrato do país. Em primeiro lugar, o país é habitado por pessoas que na sua maioria fala português (coisa que ali não vi). Conseguindo por isso manter uma conversa durante dois minutos sem que 95% do que lhes sai da boca seja mer&#. Duas esfregonas villeda a falarem entre si comparadas com esta rapaziada parecem Sir. W. Churchill e F. Roosevelt em amena cavaqueira num banco da New Bond Street.
Refeições inteiras de óculos escuros e boné na cabeça. Chimpanzés e galinhas com o cio. O aldeão de serviço. Choradeira como tivesse morrido um familiar porque acabou o tabaco ou porque o não sei quantos foi expulso ("como é que o gajo se chamava? ele cheirava tão mal...porra"). Uma "senhorita" não sabia o significado da palavra "celibato" (porque será?). Outra abordou um colega da casa e saiu-se com um ternurento... "vou-me peidar". Sintomático. Não optou pela tradicional bufa, utilizou o chavão hardcore do mundo da flatulência. Bonita educação. Qualidade televisiva.
Por estas e por outras Sra. Júlia, e por muito que queira, esta casa não é retrato de país algum. É um grupo bastante "rasca" escolhido a dedo num casting onde estou certo que Vexa participou, que garante a boçalidade, pobreza de espírito, ignorância, conflito, sexo explícito fruto de paixões assolapadas de cinco minutos e se possível verborreia, insultos, polémica e pontapés que caracterizam este género de programas imbecis.
Num ponto concordamos: infelizmente o país gosta de ver. É só espreitar as audiências. Nem por isso passa a ser o país. Eu também gosto de ver um bom jogo de râguebi e não faço "placagens" aos vizinhos quando me cruzo com eles no hall do prédio. Ou desato a gasear com ou sem pré-aviso quem viaja comigo no elevador. A estupidez também é entretenimento. E a TVI sabe disso.
(Tiago Mesquita)
Expresso
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
Sou tão fixe que até dói
Ontem lá fui eu, toda vaidosa, com as minhas botas de salto alto pretas. Uma verdadeira crescida que até fazia os barulhos dos saltos nos corredores da faculdade. Algumas pessoas até se viraram para ver a crescida a passar.
A fase de crescida durou cerca de 2h30. Quando cheguei ao pé da mãe para irmos para casa já era uma verdadeira criança com dores nos pés.
Não, o pior não foi isso.
O pior foi mesmo ter sido obrigada (pelas dores) a descalçar as botas e a percorrer de meias os 10 minutos que me faltavam para chegar a casa. A pé. Nas ruas inundas de Lisboa.
Pois é, a criança triste chegou depressa e deixou grandes marcas (3 bolhas nos pés).
A fase de crescida durou cerca de 2h30. Quando cheguei ao pé da mãe para irmos para casa já era uma verdadeira criança com dores nos pés.
Não, o pior não foi isso.
O pior foi mesmo ter sido obrigada (pelas dores) a descalçar as botas e a percorrer de meias os 10 minutos que me faltavam para chegar a casa. A pé. Nas ruas inundas de Lisboa.
Pois é, a criança triste chegou depressa e deixou grandes marcas (3 bolhas nos pés).
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segunda-feira, 11 de outubro de 2010
Eis o grande cancro do programa "Prós e Contras"
E a vencedora é: Fátima Campos Ferreira.
Esta senhora não é capaz de compreender qual o seu papel no programa e não acredito que algum dia venha a aprender.
Num programa de debates o papel dela é de moderadora, como tal, não deveria interromper os convidados (que são sempre pessoas mais qualificadas naquele assunto que ela) e ainda menos dar opiniões.
Já para não falar que as opiniões dela são tão péssimas que até mete medo ao susto e para além da fraca qualidade das opiniões e das argumentações, o mais grave é interromper os convidados para as dar.
Esta senhora não é capaz de compreender qual o seu papel no programa e não acredito que algum dia venha a aprender.
Num programa de debates o papel dela é de moderadora, como tal, não deveria interromper os convidados (que são sempre pessoas mais qualificadas naquele assunto que ela) e ainda menos dar opiniões.
Já para não falar que as opiniões dela são tão péssimas que até mete medo ao susto e para além da fraca qualidade das opiniões e das argumentações, o mais grave é interromper os convidados para as dar.
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quarta-feira, 6 de outubro de 2010
Não é que eu não aprecie um bom drama logo de manhã...
mas será que dá para não ser comigo e com o meu computador?
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
Porque é quando se ouve falar disto nos animais é o escândalo e se criam dezenas de grupos no facebook mas quando é em pessoas ninguém diz nada?
Centenas de guatemaltecos foram na década de 1940 vítimas de um "crime contra a humanidade"
02.10.2010 - 11:59 Por Jorge Heitor
O Presidente Álvaro Colom considerou hoje um “crime contra a humanidade” o facto de, entre 1946 e 1948, médicos norte-americanos terem infectado deliberadamente 700 guatemaltecos com sífilis e gonorreia, a fim de efectuarem experiências sobre a penicilina.
Downing/Reuters)
Numa entrevista à BBC, Colom disse que os seus compatriotas - presos, doentes mentais e soldados - foram “vítimas do abuso dos direitos” humanos, ao serem deliberadamente infectados com doenças venéreas que podem causar problemas cardíacos, cegueira e até mesmo a morte.
O Presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, já apresentou desculpas por estas experiências, agora reveladas pela investigadora Susan Reverby, do Wellesley College, do Massachusetts, que descobriu relatos do sucedido nos arquivos do médico John C. Cutter, falecido em 2003.
Obama disse a Colom que as experiências efectuadas pelos cientistas norte-americanos durante a década de 1940 são contra os valores por que se rege a América do Norte. O Governo guatemalteco aceitou as desculpas, mas prometeu investigar o assunto mais a fundo.
Washington também vai investigar o facto de dinheiro dos contribuintes norte-americanos, colocado no orçamento dos Institutos Nacionais de Saúde, ter servido inclusive para que prostitutas infectadas com sífilis terem sido postas a dormir com presos, para que estes servissem de cobaias. E quando esse esquema não funcionava a bactéria era inoculada nos pénis, no rosto ou nos braços dos guatemaltecos. Depois, quando ficavam infectados, dava-se-lhes antibióticos, de modo a experimentar a eficácia dos mesmos.
Susan Reverbery afirma que o Governo guatemalteco do Presidente Juan José Arévalo, tido como um democrata e um nacionalista que esteve no poder de 1945 a 1951, dera autorização para que médicos norte-americanos do sistema federal de saúde procedessem às experiências que estão agora a ser alvo de grande condenação.
Um caso macabro
A Administração Obama ainda não se ofereceu para pagar qualquer indemnização por aquilo a que a imprensa da Guatemala já chama uma descoberta “macabra” e que teria mesmo afectado 1.500 pessoas, e não só as 700 de que ontem falavam as primeiras notícias.
Um porta-voz da Casa Branca, Robert Gibbs, afirmou que tais notícias são “chocantes e trágicas”, tendo Álvaro Colom ordenado que se procurem na Guatemala arquivos referentes ao período de 1946 a 1948 e dito à CNN que ele próprio se encarregará de participar pessoalmente no apuramento de toda a verdade.
Susan Reverbery descobriu este episódio quando estava a estudar documentos sobre o caso Tuskegee, no qual se observou atentamente o desenvolvimento da sífilis em 400 afro-americanos do Alabama, ao qual não foi permitido qualquer acesso a tratamentos. Decorreu essa experiência entre 1932 e 1972, ao longo de quatro longas décadas, num estudo clínico do U.S. Public Health Service.
John C. Cuttler, em cujo espólio foi agora desvendado o mistério guatemalteco, trabalhava no Gabinete Sanitário Panamericano, precursor da Organização Panamericana de Saúde. E decidiu proceder a estudos sobre o efeito que teriam medicamentos contra a sífilis, a gonorreia e o cancróide, doença sexualmente transmissível. Mas fê-lo “ao estilo de um filme de ficção científica, pois que os objectos da investigação eram seres humanos”, conforme destacada hoje o “Prensa Libre”, o jornal de maior circulação na Guatemala.
Soldados, prostitutas, pessoas com doenças mentais e reclusos funcionaram como autênticos “porquinhos da Índia”, inclusive com a colaboração de alguns ministérios guatemaltecos, tendo-se passado tudo em quartéis, bordéis, penintenciárias e até mesmo num hospital neuropsiquiátrico da Cidade da Guatemala.
02.10.2010 - 11:59 Por Jorge Heitor
O Presidente Álvaro Colom considerou hoje um “crime contra a humanidade” o facto de, entre 1946 e 1948, médicos norte-americanos terem infectado deliberadamente 700 guatemaltecos com sífilis e gonorreia, a fim de efectuarem experiências sobre a penicilina.
Downing/Reuters)
Numa entrevista à BBC, Colom disse que os seus compatriotas - presos, doentes mentais e soldados - foram “vítimas do abuso dos direitos” humanos, ao serem deliberadamente infectados com doenças venéreas que podem causar problemas cardíacos, cegueira e até mesmo a morte.
O Presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, já apresentou desculpas por estas experiências, agora reveladas pela investigadora Susan Reverby, do Wellesley College, do Massachusetts, que descobriu relatos do sucedido nos arquivos do médico John C. Cutter, falecido em 2003.
Obama disse a Colom que as experiências efectuadas pelos cientistas norte-americanos durante a década de 1940 são contra os valores por que se rege a América do Norte. O Governo guatemalteco aceitou as desculpas, mas prometeu investigar o assunto mais a fundo.
Washington também vai investigar o facto de dinheiro dos contribuintes norte-americanos, colocado no orçamento dos Institutos Nacionais de Saúde, ter servido inclusive para que prostitutas infectadas com sífilis terem sido postas a dormir com presos, para que estes servissem de cobaias. E quando esse esquema não funcionava a bactéria era inoculada nos pénis, no rosto ou nos braços dos guatemaltecos. Depois, quando ficavam infectados, dava-se-lhes antibióticos, de modo a experimentar a eficácia dos mesmos.
Susan Reverbery afirma que o Governo guatemalteco do Presidente Juan José Arévalo, tido como um democrata e um nacionalista que esteve no poder de 1945 a 1951, dera autorização para que médicos norte-americanos do sistema federal de saúde procedessem às experiências que estão agora a ser alvo de grande condenação.
Um caso macabro
A Administração Obama ainda não se ofereceu para pagar qualquer indemnização por aquilo a que a imprensa da Guatemala já chama uma descoberta “macabra” e que teria mesmo afectado 1.500 pessoas, e não só as 700 de que ontem falavam as primeiras notícias.
Um porta-voz da Casa Branca, Robert Gibbs, afirmou que tais notícias são “chocantes e trágicas”, tendo Álvaro Colom ordenado que se procurem na Guatemala arquivos referentes ao período de 1946 a 1948 e dito à CNN que ele próprio se encarregará de participar pessoalmente no apuramento de toda a verdade.
Susan Reverbery descobriu este episódio quando estava a estudar documentos sobre o caso Tuskegee, no qual se observou atentamente o desenvolvimento da sífilis em 400 afro-americanos do Alabama, ao qual não foi permitido qualquer acesso a tratamentos. Decorreu essa experiência entre 1932 e 1972, ao longo de quatro longas décadas, num estudo clínico do U.S. Public Health Service.
John C. Cuttler, em cujo espólio foi agora desvendado o mistério guatemalteco, trabalhava no Gabinete Sanitário Panamericano, precursor da Organização Panamericana de Saúde. E decidiu proceder a estudos sobre o efeito que teriam medicamentos contra a sífilis, a gonorreia e o cancróide, doença sexualmente transmissível. Mas fê-lo “ao estilo de um filme de ficção científica, pois que os objectos da investigação eram seres humanos”, conforme destacada hoje o “Prensa Libre”, o jornal de maior circulação na Guatemala.
Soldados, prostitutas, pessoas com doenças mentais e reclusos funcionaram como autênticos “porquinhos da Índia”, inclusive com a colaboração de alguns ministérios guatemaltecos, tendo-se passado tudo em quartéis, bordéis, penintenciárias e até mesmo num hospital neuropsiquiátrico da Cidade da Guatemala.
domingo, 3 de outubro de 2010
segunda-feira, 13 de setembro de 2010
domingo, 22 de agosto de 2010
Odios de estimação #5

Marion Cotillard e o seu ar de enjoada. Acho-a muito pãozinho sem sal e não tão boa actriz quanto se diz.
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segunda-feira, 26 de julho de 2010
Sensores de luz, sensores de água... toda uma aventura num WC perto de si!
Juro que não sei quem foi a alma inteligente que inventou os sensores para os WC’s em espaços públicos mas sei que tenho de lhe agradecer pela aventura que me proporciona de cada vez que tenho que ir à casa de banho (que não são assim tão poucas).
Tudo estaria bem com os sensores da luz se estes não fossem regulados para se desligar ao fim de 45 segundos. Apesar de eu apreciar inteiramente a experiência de quando finalmente estou pronta a fazer xixi e fico quieta a luz se apagar e eu ter que mexer os braços de tal maneira que me lembra as aulas de step, acho mesmo que não havia necessidade.
Os sensores da água são outra coisa engraçada e que me dá momentos de prazer fantásticos sobretudo quando está uma fila para lavar as mãos. A primeira missão é conseguir que o sensor reconheça as minhas mãos como o mecanismo adequado para accionar a passagem de água e a segunda missão é conseguir chegar ao sabonete sem tirar uma das mãos do sensor para não ter que voltar à primeira missão.
Meus caros senhores adeptos dos sensores para os seus estabelecimentos, somos todos amigos do ambiente mas é preciso chegar a este ponto? Eu acho que não.
Tudo estaria bem com os sensores da luz se estes não fossem regulados para se desligar ao fim de 45 segundos. Apesar de eu apreciar inteiramente a experiência de quando finalmente estou pronta a fazer xixi e fico quieta a luz se apagar e eu ter que mexer os braços de tal maneira que me lembra as aulas de step, acho mesmo que não havia necessidade.
Os sensores da água são outra coisa engraçada e que me dá momentos de prazer fantásticos sobretudo quando está uma fila para lavar as mãos. A primeira missão é conseguir que o sensor reconheça as minhas mãos como o mecanismo adequado para accionar a passagem de água e a segunda missão é conseguir chegar ao sabonete sem tirar uma das mãos do sensor para não ter que voltar à primeira missão.
Meus caros senhores adeptos dos sensores para os seus estabelecimentos, somos todos amigos do ambiente mas é preciso chegar a este ponto? Eu acho que não.
domingo, 11 de julho de 2010
sábado, 3 de julho de 2010
quarta-feira, 30 de junho de 2010
O pior de um trabalho
O pior de um trabalho é sempre a introdução e a conclusão. Eu acho que podiamos muito bem fazer trabalhos sem estas partes.
segunda-feira, 28 de junho de 2010
sexta-feira, 25 de junho de 2010
Portugal - Brasil
Foi tão secante mas tão secante que até um jogo de matraquilhos que tivesse a duração de 90 minutos era mais interessante.
sábado, 19 de junho de 2010
Morangos com açucar
Já não vou falar da história que é ridícula, nem das reviravoltas mais previsíveis que aquilo dá, nem mesmo da fraca qualidade de 90% do elenco mas expliquem-me lá porque é que estas almas acham que para serem bons têm que falar muito alto ou mesmo gritar de cada vez que abrem a boca?!
sexta-feira, 18 de junho de 2010
quinta-feira, 3 de junho de 2010
terça-feira, 1 de junho de 2010
Meus queridos All Star, porquê?
Ainda estou a tentar perceber porque é que depois de tantos anos juntos, de tantos momentos partilhados, de tantas viagens juntos e de tanto amor e carinho porque é que ontem resolveram massacrar-me os pés. Seriously, why?
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