E esta versão do Glee ficou muito gira :)
sexta-feira, 24 de setembro de 2010
quinta-feira, 23 de setembro de 2010
Quem é que não gostava de viver aqui? hum...
O paraíso das cobras está sob ataque aéreo
Por Luís Francisco
A ilha de Guam, no Pacífico, é um paraíso tropical armado até aos dentes. Quase um terço deste território sob administração dos EUA está ocupado por bases militares. O resto fica para as pessoas. E para as cobras
"Desde que o navegador português Fernão de Magalhães, na sua viagem de circum-navegação do globo, em 1521, a pôs no mapa, a história da ilha de Guam, a maior e mais meridional do arquipélago das Marianas, oceano Pacífico, não tem sido isenta de episódios dramáticos. Durante a II Guerra Mundial foi tomada pelos japoneses. No final desse conflito, começou outra invasão, mais silenciosa: a das cobras castanhas arborícolas (Boiga irregularis). Agora, ao cabo de décadas de pesadelo ecológico, surgiu uma nova ideia para controlar a praga.
Guam não tinha qualquer espécie de serpente nativa à excepção de uma pequena cobra subterrânea, daquelas que normalmente confundimos com vermes. Gerações e gerações de habitantes deste paraíso tropical no Pacífico Oeste, actualmente uma região não incorporada dos EUA (o que quer dizer que a Constituição americana não se aplica ali e há um governo próprio), habituaram-se a viver num meio ambiente dominado, em termos de fauna, pelos lagartos e aves.
Até que, um dia, logo após a II Guerra, durante o processo de transferência das instalações militares americanas de outras ilhas da região para Guam, um passageiro clandestino arribou ao território. Tinha olhos grandes, corpo magro, gostava de subir às árvores e manifestava um apetite preferencial por aves e pequenos lagartos. Na ilha, claro, não havia qualquer predador natural para lhe fazer frente. Nos anos que se seguiram, os sustos foram o sinal mais sério de que algo estava a mudar na vida dos habitantes de Guam.
As cobras castanhas arborícolas desembarcaram e sentiram-se de imediato em casa. Naturais da Papua-Nova Guiné, ilhas Salomão e Austrália, estes répteis de hábitos nocturnos descobriram nas florestas do interior da ilha um verdadeiro lar. Melhor, até, do que o original: nas zonas de onde provêm, as cobras enfrentam alguma escassez de presas. Em Guam, pelo contrário, elas estavam por todo o lado. E nem sequer fugiam, porque não reconheciam o predador.
Os efeitos foram devastadores. Para começar, as cobras castanhas, que "em casa" alcançavam comprimentos entre um e dois metros, desataram a crescer em Guam, onde já foram registadas serpentes de três metros. Depois, reproduziram-se em grande ritmo e representam, neste momento, uma verdadeira praga: estima-se que existam mais de 49 cobras por hectare, uma das maiores concentrações de serpentes do planeta. Para se ter uma ideia, isto significa uma a cada 200m2, mais ou menos a superfície de um court de ténis...
Se ainda não está suficientemente arrepiado, faça as contas: Guam tem 54.130 hectares, um pouco mais do que a ilha do Pico, nos Açores. Ou seja... 2.652.370 cobras castanhas arborícolas. Mais cobra menos cobra.
(...)"
Por Luís Francisco
A ilha de Guam, no Pacífico, é um paraíso tropical armado até aos dentes. Quase um terço deste território sob administração dos EUA está ocupado por bases militares. O resto fica para as pessoas. E para as cobras
"Desde que o navegador português Fernão de Magalhães, na sua viagem de circum-navegação do globo, em 1521, a pôs no mapa, a história da ilha de Guam, a maior e mais meridional do arquipélago das Marianas, oceano Pacífico, não tem sido isenta de episódios dramáticos. Durante a II Guerra Mundial foi tomada pelos japoneses. No final desse conflito, começou outra invasão, mais silenciosa: a das cobras castanhas arborícolas (Boiga irregularis). Agora, ao cabo de décadas de pesadelo ecológico, surgiu uma nova ideia para controlar a praga.
Guam não tinha qualquer espécie de serpente nativa à excepção de uma pequena cobra subterrânea, daquelas que normalmente confundimos com vermes. Gerações e gerações de habitantes deste paraíso tropical no Pacífico Oeste, actualmente uma região não incorporada dos EUA (o que quer dizer que a Constituição americana não se aplica ali e há um governo próprio), habituaram-se a viver num meio ambiente dominado, em termos de fauna, pelos lagartos e aves.
Até que, um dia, logo após a II Guerra, durante o processo de transferência das instalações militares americanas de outras ilhas da região para Guam, um passageiro clandestino arribou ao território. Tinha olhos grandes, corpo magro, gostava de subir às árvores e manifestava um apetite preferencial por aves e pequenos lagartos. Na ilha, claro, não havia qualquer predador natural para lhe fazer frente. Nos anos que se seguiram, os sustos foram o sinal mais sério de que algo estava a mudar na vida dos habitantes de Guam.
As cobras castanhas arborícolas desembarcaram e sentiram-se de imediato em casa. Naturais da Papua-Nova Guiné, ilhas Salomão e Austrália, estes répteis de hábitos nocturnos descobriram nas florestas do interior da ilha um verdadeiro lar. Melhor, até, do que o original: nas zonas de onde provêm, as cobras enfrentam alguma escassez de presas. Em Guam, pelo contrário, elas estavam por todo o lado. E nem sequer fugiam, porque não reconheciam o predador.
Os efeitos foram devastadores. Para começar, as cobras castanhas, que "em casa" alcançavam comprimentos entre um e dois metros, desataram a crescer em Guam, onde já foram registadas serpentes de três metros. Depois, reproduziram-se em grande ritmo e representam, neste momento, uma verdadeira praga: estima-se que existam mais de 49 cobras por hectare, uma das maiores concentrações de serpentes do planeta. Para se ter uma ideia, isto significa uma a cada 200m2, mais ou menos a superfície de um court de ténis...
Se ainda não está suficientemente arrepiado, faça as contas: Guam tem 54.130 hectares, um pouco mais do que a ilha do Pico, nos Açores. Ou seja... 2.652.370 cobras castanhas arborícolas. Mais cobra menos cobra.
(...)"
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
terça-feira, 21 de setembro de 2010
- Este lugar é um mistério. Um santuário. Todos os livros, todos os volumes, que vês à tua frente, têm alma. A alma de quem os escreveu, a alma daqueles que os leram e viveram e sonharam com eles. De cada vez que um livro muda de mãos, de cada vez que alguém desliza o olhar pelas suas páginas, o seu espírito cresce e torna-se mais forte. Neste lugar, os livros de quem já ninguém se lembra, os livros que ficaram perdidos no tempo, vivem para sempre, à espera de chegar às mãos de um novo leitor, de um novo espírito...
"O Jogo do Anjo" de Carlos Ruiz Zafón
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
Mudanças
Com o final do curso e com o aproximar do começo do mestrado começo a ficar irrequieta e com vontade de fazer mudanças.
Mudanças no quarto porque começo a estar aborrecida com a decoração que é a mesma há 4 anos (tirando alguns detalhes)...
Mudanças no cabelo, será muito má ideia fazer uma franja?
Mudanças no quarto porque começo a estar aborrecida com a decoração que é a mesma há 4 anos (tirando alguns detalhes)...
Mudanças no cabelo, será muito má ideia fazer uma franja?
sábado, 18 de setembro de 2010
A isto eu chamo um Sábado produtivo
Para além do já habitual apanhar roupa/estende roupa e do faz a cama, este Sábado ainda deu direito a arrumar as coisas do último ano da faculdade, a montar o blu-ray e a colar algumas coisas que tinham caído da parede do meu quarto.
segunda-feira, 13 de setembro de 2010
sábado, 11 de setembro de 2010
21 anos = 1001 prendas
Falta nas fotos o filme "Tudo pode dar certo" e o livro "O.K. baby, o mundo é assim" que estão emprestados e o livro "O meu nome é Aram" que esqueci de colocar ao pé dos outros.
sexta-feira, 10 de setembro de 2010
terça-feira, 7 de setembro de 2010
Vamos falar de... personagem favorita do Harry Potter
Sirius Black

Apesar de só aparecer em três dos sete livros foi a personagem que mais me marcou de toda a saga.
Sirius Black é o amigo e o padrinho que todos gostaríamos de ter.
Apesar da sua irresponsabilidade, de não pensar antes de fazer e da sua queda para a brincadeira, é um vencedor e um lutador.
Aqueles de quem gosta estão acima de tudo, incluindo dele mesmo, e faz tudo o que for preciso para os proteger e ajudar, nem que seja morrer.
segunda-feira, 6 de setembro de 2010
sábado, 4 de setembro de 2010
sexta-feira, 3 de setembro de 2010
When in rome – Em Roma; The time traveler’s wife – A mulher do viajante no tempo; Shrek forever after – Shrek para sempre
When in rome – Em Roma
É uma comédia romântica que faz aquilo que lhe compete: é divertida e querida.
Gostei da ideia original de a comédia e o romance girar em torno das moedas que a protagonista tirou indevidamente da fonte.
Tem a seu favor ter imagens da fantástica Roma.
Nota: 15/20
The time traveler’s wife – A mulher do viajante no tempo
Este filme é um verdadeiro elogio ao amor, ao verdadeiro amor.
Calmo, diferente e absolutamente maravilhoso é assim que se pode descrever o amor e a relação de Clare e Henry.
A história não podia ser mais original e os actores estão verdadeiramente bem.
É uma pena este filme ter passado despercebido em Portugal.
Nota: 18/20
Shrek forever after – Shrek para sempre
O mais recente filme do Shrek é o exemplo perfeito do que não deve ser feito… estender indefinidamente uma história quando já não se tem nada para contar, nunca dá bom resultado.
A trilogia de Shrek era divertida, engraçada e tinha uma história concreta para ser contada, neste quarto filme acontece o contrário. A história já tinha ficado finalizada e agora somos levados para um filme em que a história é fraca (para não dizer inexistente) e que não faz sentido com aquilo que já tinha sido feito.
Nota: 5/20
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