domingo, 8 de agosto de 2010

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Bad reputation

Rachel: I knew you would break my heart…

Jess: That’s the funny thing about reputations, everyone thinks I’m the big one heartbreaker but the fact of the matter is you brooked mine first.

LOST: algumas explicações

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Estas em karaoke

Para além desta, também quero cantar estas:

















segunda-feira, 2 de agosto de 2010

domingo, 1 de agosto de 2010

Vamos falar de... bandas favoritas

A mia passou-me este desafio:

- Fazer um top com 10 bandas, cantores/cantoras favoritas)
- Desafiar no mínimo três blogs para fazer o desafio
- Dizer porque os escolheu (bandas e cantores)

Beatles

Apesar de já não existirem produziram das melhores músicas de todos os tempos, são incomparáveis e inesquéciveis.

Frank Sinatra

Até podia estar envolvido com a máfia mas lá que sabia cantar, sabia. Música boa para todos os momentos e todas as disposições.

Jamie Cullum
Quem já o viu ao vivo sabe do que estou a falar.

Jimmy eat world

Rock do bom, não digo mais nada.

Kaiser Chiefs


As letras por vezes até são um bocado para o parvas de tanto quererem ser engraçados mas são de uma energia contagiante.

Lostprophets

Sou fã desda primeira vez que ouvi o "Last Train".

Michael Bublé

A mistura de Jazz e Pop resulta muito bem.

Ok Go

Adoro pura e simplesmente, não sei explicar porquê.

Snow Patrol

A boa música não é só americana, fiquem sabendo.

Sugarcult

Rock, muito bom.

Passo a todas as pessoas que cá vêm, comentem.

sábado, 31 de julho de 2010

sexta-feira, 30 de julho de 2010

António Feio (1954-2010)

António Feio morreu esta noite com cancro no pâncreas.
Excelente actor, encenador e locutor.
Na minha memória vai ficar para sempre o programa de rádio "Conversa da treta" que ouvia todos os dias antes de sair de casa para ir para a escola.

terça-feira, 27 de julho de 2010

Sex and the city 2 - O sexo e a cidade 2

As quatro amigas estão de volta mas não da maneira que gostaríamos.

Perdemos Nova Iorque e estamos em tempo de férias é assim que nos encontramos neste novo filme. Todos nós sabemos que as férias são dadas aos exageros e que muito raramente acontece alguma coisa que mude a vida de uma pessoa e este filme é um excelente exemplo disso mesmo.

Para melhor analisar o filme resolvi dividir o texto em duas partes: aspectos positivos e aspectos negativos.

Comecemos pelos positivos.

As quatro amigas estão de volta e eu já tinha saudades; o filme está divertido e entretém; mudamos de ares e conhecemos Abu Dhabi; situações muito engraçadas e bem conseguidas; revemos personagens que nos são queridas como o Steve, o Harry, o Smith Jerrod mas especialmente o Aidan.

No entanto os aspectos negativos e mal conseguidos deste filme são imensos e demasiadas vezes interferem com os aspectos positivos que acima referi.

Primeiro problema é o exagero que salienta os aspectos negativos de cada uma das personagens: a Miranda segue o verdadeiro mote das férias e está mais louca e à vontade do que nunca; a Charlotte está muito mais obcecada e desesperada por causa da família; a Samantha continua a pensar exactamente na mesma coisa mas mais uma vez caímos num exagero inexplicável; a Carrie é mesmo a que se encontra pior, para além de continuar a ser a parva de serviço em relação ao seu adorado Big continua também a mesma tola e confusa como sempre, dá pena de ser ver.

Outro problema relativo às personagens foi o mau aproveitamento das personagens masculinas, sejam elas os maridos, os ex-namorados ou os amigos. Apenas aparecem no filme para lembrar que existem e não têm qualquer papel relevante para a história, o que é uma pena. Sou fã do Aidan e gostei muito que o tivessem trazido de volta mas se era para ser neste argumento ridículo mais valia terem estado quietos.

O argumento do filme e a falta de desenvolvimento da história das personagens é, a meu ver, o maior cancro deste segundo filme, 2h30 depois acabamos exactamente onde tínhamos começado, rigorosamente nada de novo.

Poderia apontar mais defeitos mas acho que me vou ficar por aqui.

Por outro lado, não estando directamente ligado apenas a este filme, mas há alguma necessidade de continuar a fazer da Carrie a parva que anda sempre atrás do Big por mais parvalhão que ele seja? Ainda não chega?

Nota: 14/20 (apesar de tudo o que referi gostei do filme)

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Sensores de luz, sensores de água... toda uma aventura num WC perto de si!

Juro que não sei quem foi a alma inteligente que inventou os sensores para os WC’s em espaços públicos mas sei que tenho de lhe agradecer pela aventura que me proporciona de cada vez que tenho que ir à casa de banho (que não são assim tão poucas).

Tudo estaria bem com os sensores da luz se estes não fossem regulados para se desligar ao fim de 45 segundos. Apesar de eu apreciar inteiramente a experiência de quando finalmente estou pronta a fazer xixi e fico quieta a luz se apagar e eu ter que mexer os braços de tal maneira que me lembra as aulas de step, acho mesmo que não havia necessidade.

Os sensores da água são outra coisa engraçada e que me dá momentos de prazer fantásticos sobretudo quando está uma fila para lavar as mãos. A primeira missão é conseguir que o sensor reconheça as minhas mãos como o mecanismo adequado para accionar a passagem de água e a segunda missão é conseguir chegar ao sabonete sem tirar uma das mãos do sensor para não ter que voltar à primeira missão.

Meus caros senhores adeptos dos sensores para os seus estabelecimentos, somos todos amigos do ambiente mas é preciso chegar a este ponto? Eu acho que não.

domingo, 25 de julho de 2010

Robin Hood

Ridley Scott, Russel Crowe e Cate Blanchett, todos eles são pesos pesados do cinema actual e de quem eu gosto mesmo muito.

Gosto particularmente da visão e da maneira de contar e guiar o espectador pela história de Ridley Scott e em Robin Hood não foi excepção. No entanto, eu conheço a história da personagem principal – já vi filmes, já li a história e até já me foi contada pela minha mãe quando era pequena – e percebo perfeitamente quando estão já a abrir caminho para uma sequela e este é um destes casos.

Neste filme acompanhamos o princípio da história de Robin dos bosques, o que tira aos ricos para dar aos pobres, e é mesmo o princípio, é a origem da desta personagem que nos conta o filme.

Apesar de ter gostado dos vários aspectos técnicos do filme como a realização, a produção, a fotografia, a montagem e a banda sonora, isso não me deixa menos desiludida com o caminho escolhido para o filme. Aborreceu-me que o filme fosse tão grande e tão detalhado quando o mesmo acaba na parte em que começa a história que conhecemos do Robin, se era para acabar aqui não precisamos de três horas do filme para contar este bocado.

Mais uma vez volto a salientar o quanto gosto de Ridley Scott e talvez seja por isso que esperava mais ou talvez algo diferente deste filme, gostaria que não tivesse servido apenas para abrir um caminho demasiado descarado para a sequela.

Nota: 14/20

sábado, 24 de julho de 2010

Eu sabia que um dia seria assim...

Para ler, ver tv e estar no computador.

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Shrink – A mente dos famosos

Todos nós sabemos e reconhecemos que o Kevin Spacey é um actor de alto calibre e que raramente temos algo de negativo a apontar-lhe, neste caso a único aspecto negativo não se relaciona com a sua performance mas sim com a sua falta de tacto para ter escolhido este projecto.

Como já devem ter percebido pelo primeiro parágrafo este filme não é interessante. A história não é original e é aborrecida, as personagens são desinteressantes e os problemas das personagens que são comuns mas que podiam ser tratados de forma minimamente interessante. Resumindo, não existe nada que cative neste filme.

Não vale a pena ver, nem pelo Kevin Spacey.

Nota: 7/20

quinta-feira, 22 de julho de 2010

Batam palmas #3

A licenciatura está oficialmente acabada com média de 15 e já entrei para o mestrado escolhido.

O último semestre foi o melhor de todos e tive três cadeiras com 16 e uma com 17.

terça-feira, 20 de julho de 2010

El secreto de sus ojos – O segredo dos seus olhos

Este filme argentino foi sem dúvida alguma uma das melhores surpresas cinematográficas do ano. Este filme brilha em vários aspectos que o tornam o tão bom.

Não só o argumento é extraordinariamente bom, interessante e cativante como a maneira como a história nos é contada e apresentada (entre o passado e o presente) ainda lhe dá um brilhozinho especial.

O caso da rapariga que é brutalmente assassinada na sua casa é o caso que nos leva a acompanhar e a conhecer os detectives encarregues desse caso (que são as personagens principais) no passado e no presente.

O caso é complexo e as poucas pistas que existem aguçam a curiosidade mas é a maneira casual em que o detective descobre quem poderá ser o assassino e a busca por este homem que difere dos outros filmes policiais que conhecemos e que gostamos.

O filme não pára de nos surpreender mas o final que nos mostra o lado humano mas irracional e vingativo das pessoas é o exponente máximo.

O único aspecto negativo é o tempo de duração do filme que poderia ter menos uns 20 minutos que não se perdia nada.

Resumindo, é um filme a ver por todos, é um policial portanto é um estilo que as mais diversas pessoas gostam.

Nota: 18/20